julho 06, 2014
julho 05, 2014
Vinho mágico
Há um par de anos tomei banho no Algarve. Durante alguns dias de férias num apartamento alugado, dormi numa cama de criança, bisbilhotei o romance de uma rapariga que lia na praia, comemos frango assado encomendado, paguei 1 euro por vários livros numa feira junto ao areal e acabei juntamente com "Cinco quartos de laranja", O "Vinho Mágico" de Joanne Harris.
Hoje fiz as malas. Ainda as tenho abertas. Tenho vindo a pensar que todos os cantos escondidos por onde passo são a França de Joe.
Lá os sonhos concretizam-se. Lá existe uma linha de comboio. Vinho que fala connosco. Algum livro escondido. O sol que não embirra com a estação, e força a abertura das janelas pela manhã. Em Vinho Mágico não existem frases despropositadas. Não existe a transgressão que testemunhei ontem na Marginal. Continuamos a caminhar e a empurrar o mar cada vez mais lá para o fundo, e enchemos tudo de nada.
Mas daqui a um par de dias encontrarei Joe lá naquele sítio sem barreiras. Sonho com o mar. Silêncio. Razão.
Hoje fiz as malas. Ainda as tenho abertas. Tenho vindo a pensar que todos os cantos escondidos por onde passo são a França de Joe.
Lá os sonhos concretizam-se. Lá existe uma linha de comboio. Vinho que fala connosco. Algum livro escondido. O sol que não embirra com a estação, e força a abertura das janelas pela manhã. Em Vinho Mágico não existem frases despropositadas. Não existe a transgressão que testemunhei ontem na Marginal. Continuamos a caminhar e a empurrar o mar cada vez mais lá para o fundo, e enchemos tudo de nada.
Mas daqui a um par de dias encontrarei Joe lá naquele sítio sem barreiras. Sonho com o mar. Silêncio. Razão.
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