fevereiro 05, 2014

Sim, admito

...és como os comboios, e esta noite sonhei contigo. Vi que estávamos embrulhados na mesma manta em frente ao mar. Não tinha medo. Para quê ter medo quando nos abraçamos? Sei que rosto tinhas, o cheiro da pele que não podia confundir com mais nenhum. Recordo-me da paisagem que está fora da janela do comboio dos teus olhos.
O carris é lento, tal como o amor.
Há alguma possibilidade de fazermos amor sem mais nada a existir? Apenas o cheiro, a convulsão.
Estou viciada no teu cheiro. Não na cor, mas na sensação. 
É aí que tudo se cala.

fevereiro 04, 2014

«Todas as mudanças sociais provêm da paixão dos indivíduos.»