setembro 30, 2013

O violoncelista japonês. Deixei-o no metro em São Sebastião com a cabeleira escura farta atada no elástico, e o olhar reservado.
O plástico a envolver o instrumento.

setembro 29, 2013

A realidade podia ser melhor que a imaginação. Podia ser indiscritivelmente mais assustadora que a ambição do pensamento de alguns, e por isso a rapariga atraia-se aos locais obscuros ou enferrujados e impregnados de satisfação histórica.
Às vezes não eram os livros. Eram as coisas tangíveis que provavam a sua deliciosa contaminação das histórias.
Era feliz por vezes. Na consequências das estações.