fevereiro 28, 2013

ainda não te perdoei a morte. O facto doentio que me atrasa nos dias.
Quando leio na Rua Trópico de Câncer histórias sobre Istambul,dá-me náuseas. Vomito as palavras todas do calor que está fora do expresso que toma lugar na narrativa. E depois?
Depois coloco o vestido branco, a pedra azul e castanha fria no pescoço, calço as sandálias, a mala rota e caminho. Caminho em direcção à praia.
O Brasil tira-me a doença.