é impossível fingir-se que se ama. Ninguém mente o brilho e a tempestade nos olhos, o adormecer leve dos corpos encostados, a alegria esboçada no vermelho dos lábios quentes. Ninguém mente isso. Ninguém mente o amor. Ninguém finge o amor. É à prova da mentira.
novembro 28, 2012
novembro 27, 2012
armações novas
É nestes dias que tenho a certeza que precisas de mim. Quando me afogo em aventuras dispersas e nem reparo que estás aí. Quando me esqueço de ti para ser eu. Quando te deixo de lado e volto à literatura, à minha escrita, à minha vida fora de ti, diferente de ti. É nesses minutos desesperados antes da tua chamada que me apercebo que existes e vais sempre precisar de mim. Não sou eu que tenho que precisar de ti. Eu não preciso de ti. Ninguém precisa de alguém que lhe tire as forças e lhe faça sentir cega dos pés à cabeça. Ninguém precisa disso. De palhaços e de fardos pesados. Ninguém quer isso na vida.
Só os loucos que vivem do amor e de poemas embriagados.
Só os loucos que vivem do amor e de poemas embriagados.
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