Crescer muitas vezes é um inequívoco. É uma palmada cheia com mão forte e quando damos por nós já vestimos calças de ganga e usamos sutien de mulher. E dentro desse crescimento, faz parte perceber que não somos feitos de fibra forte a todo o momento e somos frágeis, partimos facilmente e não precisamos de mais palmadas para nos endireitarmos em frente ao espelho. Essa é a dura realidade do crescimento, o percebermos que somos mais importantes que muitas palavras e muitas acções e que muitas pessoas que achámos que nos amaram, depois de termos sido alvejados no coração.
Para quem vive como eu, essa é uma lição difícil, porque quando se dá com toda a real entrega, o receber de volta é um acto de olhos fechados.